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Domingo, 23 de julho de 2017

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Aneel aprova redução média de 2,10% no valor da energia elétrica em Mato Grosso

Da Redação - Viviane Petroli

04 Abr 2017 - 11:31

Foto: Reprodução/Internet/Ilustração

Aneel aprova redução média de 2,10% no valor da energia elétrica em Mato Grosso
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou redução média ponderada de 2,10% no índice de Reajuste Tarifário Anual de energia elétrica para os 1,3 milhão de unidades consumidoras de Mato Grosso. O novo valor passa a vigorar no dia 08 de abril. Hoje, o mato-grossense paga R$ 0,50765 o kWh.
 
De acordo com a Aneel, a redução média ponderada na tarifa é de 2,10% para o Estado. O percentual é a média da classe de consumo de baixa tensão e alta tensão (indústrias).

Leia mais:
Aneel aprova reajuste tarifário da energia elétrica para Mato Grosso de 9,11%
 
Em nota publicada em seu site (clique aqui) a Aneel revela que para consumidores residenciais - B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda) a redução será de 1,85%.
 
"Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a Agência considera a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais", diz a Aneel.
 
A Agência revela que para consumidores de alta tensão (indústrias) o decréscimo médio aprovado nas tarifas foi de 2,35%, enquanto para a baixa tensão a média ficou em 1,99%.
 
A baixa tensão, explica a Aneel, engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).
 
Em 2016 a Aneel havia aprovado índice de Reajuste Tarifário Anual para Mato Grosso de com efeito médio de 8,60% para os consumidores, sendo para baixa tensão de 9,11%.

1 comentário

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  • vilson
    04 Abr 2017 às 16:38

    tem que reduzir também o imposto (ICMS) que é um absurdo de caro!

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