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Terça-feira, 17 de outubro de 2017

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Indea retorna em junho identificação de madeira em Cuiabá; expectativa é arrecadar R$ 20 mi/ano em ICMS

Da Redação - Viviane Petroli

03 Abr 2017 - 09:23

Foto: Sintap-MT

Indea retorna em junho identificação de madeira em Cuiabá; expectativa é arrecadar R$ 20 mi/ano em ICMS
O Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) voltará no mês de junho a realizar a identificação de madeira no Distrito Industrial de Cuiabá. A identificação é considerada essencial para o combate da ilegalidade do produto, bem como para o recolhimento de ICMS e preservação do meio ambiente. A expectativa é que a arrecadação com o trabalho chegue a R$ 20 milhões ao ano.

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O retorno da identificação de madeira no Distrito Industrial de Cuiabá por fiscais do Indea ocorre após o cumprimento da Ordem de Desocupação do prédio estadual, que vinha sendo ocupado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Carga no Estado de Mato Grosso (Sindimat).
 
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal do Estado de Mato Grosso (Sintap), a informação da volta das atividades foi dada pelo presidente do Indea, Guilherme Nolasco, a presidente Diany Dias.
 
Além de combater a ilegalidade da madeira, contribuir para a preservação do meio ambiente e recolhimento correto do ICMS, a importância do trabalho de identificação, explica o Sintap, passa também pela cubagem (porosidade das fibras da madeira).
 
"Sabemos que este é um trabalho mais do que necessário em um momento de fragilidade na arrecadação de Mato Grosso por conta não só do controle da legalidade da madeira quanto no incremento da arrecadação que vai ajudar o Indea a ter mais investimentos em estrutura e, consequentemente em uma melhor oferta de serviço à sociedade", pontua a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal do Estado de Mato Grosso (Sintap), Diany Dias.

7 comentários

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  • Alberto Roberto
    11 Abr 2017 às 13:41

    Um absurdo é acabar com a fiscalização. Se as pragas tomam conta (reclamam que o orgão fez vista grossa). Ta uma bagunça, muita madeira cheias de pragas passando em várias rodovias, contaminando e alastrando em plantações que não tinham nada a ver. Fiscalizem e verão que vão encontrar muita "cagada" de Engenheiros Florestais, Agrônomos e Técnicos (tanto nas categorias de pragas como nas identificações de espécies protegidas).

  • Alta Floresta
    04 Abr 2017 às 07:31

    Um absurdo... simplesmente um custo a mais. O caminhão já tem nota fiscal e GF que identificam a madeira. Seria só fiscalizar e em desacordo aplicar as penas. Mas o objetivo é arrecadar . Já temos a pauta mais cara do Brasil e Fethab. E agora piora a concorrência com outras estados. Mais uma vez o interesse de sindicatos impera sobre o bom senso.

  • Alberto
    03 Abr 2017 às 17:29

    OS NOSSOS GOVERNANTES TEM QUE TER ATITUDES EM FAVOR DA MADEIRA LEGAL DESDE A EXTRAÇÃO NA FLORESTA ATÉ O CONSUMO PELA POPULAÇÃO

  • MARIA FLOR DOS SANTOS
    03 Abr 2017 às 16:53

    GORA SIM O ESTADO SENTIU FALTA DESSA ATRIBUIÇÃO QUE SÓ NÓS INDEA FAZIAMOS PASSARAM PARA A SEMA E VIU O PREJUÍZO QUE O ESTADO LEVOU E O MEIO AMBIENTE TAMBÉM.PARABÉNS POR ACORDAR EM TEMPO...VAMOS INDEA MOSTRAR QUE NOSSO ÓRGÃO É QUE FAZ FALTA. VAMOS ÀLUTA ARREGAÇAR AS MANGAS E DEFENDER NOSSA VEGETAÇÃO...

  • FABIO
    03 Abr 2017 às 16:15

    TEM QUE FISCALIZAR OS CAMINHÕES CARREGADO DE MADEIRAS DE OUTROS ESTADOS TAMBÉM, POIS SÃO OS MAIORES CONCORRENTES COM MATO GROSSO.

  • Maria
    03 Abr 2017 às 12:17

    UMA DAS METAS DE LUTA CONTRA O DESMATAMENTO ILEGAL, É COM ESSA DETERMINAÇÃO DO MINISTÉRIO PUBLICO DO ESTADO DE MATO-GROSSO QUE REQUEREU DESDE SETEMBRO/2016 AO INDEA O CUMPRIMENTO IMEDIATO DA LEI COMPLEMENTAR 235/2005 QUE EXIGE O CERTIFICADO DE IDENTIFICAÇÃO DE MADEIRAS PARA O TRANSPORTE INTERESTADUAL E ATÉ A PRESENTE DATA 03/04/2017 NÃO FOI CUMPRIDO, E ESSA ATIVIDADE DE IDENTIFICAÇÃO DE MADEIRA SE TORNOU UM IMPORTANTE INSTRUMENTO DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DO TRANSPORTE DE MADEIRAS EXTRAÍDAS NO TERRITÓRIO MATO-GROSSENSE, AUXILIANDO ALÉM DOS ÓRGÃOS AMBIENTAIS E DA EVASÃO FISCAL E A DEFESA DO CONSUMIDOR, PORTANTO A PORTA DO ESTADO ESTÁ ABERTA (SEM FISCALIZAÇÃO) DESDE 2013 PARA O TRANSPORTE DE MADEIRAS ILEGAIS COMO A CASTANHEIRA(PROIBIDA DE CORTE) E TANTAS OUTRAS E COM ISSO O DESMATAMENTO ESTÁ AI DEVASTANDO A NOSSA FLORESTA, E O ESTADO ESTÁ PERDENDO 27 MILHÕES E AINDA MAIS A CADA DIA QUE ESSA ATIVIDADE NÃO É RETOMADA SÃO CENTENAS DE CARGAS DE MADEIRA ILEGAL QUE VÃO PARA OUTROS ESTADOS E COM ISSO ESTÁ HAVENDO UMA OMISSÃO NAS OBRIGAÇÕES PÚBLICAS COM IMPACTOS NO ORÇAMENTO DO ESTADO E NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, DECISÃO JUDICIAL NÃO SE DISCUTE, SE CUMPRE.

  • Alberto Roberto
    03 Abr 2017 às 10:50

    Espero que não só a identificação, mas como também outros problemas fitossanitários. Muita madeira com brocas inundando o porto.

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