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Serviços de energia elétrica reduzem em 31,5% as queixas no Procon mas ainda lideram lista de reclamações

Da Redação - André Garcia Santana

14 Jul 2016 - 10:29

Foto: Viviane Petroli/Agro Olhar

Serviços de energia elétrica reduzem em 31,5% as queixas no Procon mas ainda lideram lista de reclamações
Com queda de 31,5% nas reclamações relacionadas ao setor de energia elétrica entre os meses de janeiro e junho, o Procon de Mato Grosso registrou 215 queixas a menos entre o primeiro e o último mês avaliados (683 e 468 respectivamente). Desse número, cerca de 8% são consideradas procedentes. Considerando as denúncias de todos os setores analisados, como serviços essenciais, assuntos financeiros, telecomunicações, serviços e viagens e alimentação, o órgão registrou 2.769 atendimentos no total.

O campeão de registros foi o setor “Serviços Essenciais”, com 1.096 registros. Liderando o setor está a categoria “Energia Elétrica”, com 468 atendimentos, seguido por “Água e Esgoto”, que teve 395. Em segundo lugar está o setor “Assuntos Financeiros”, com 301 reclamações, registrando 104 procedimentos para a categoria “Banco Comercial”, 51 para “Cartão de Crédito” e 45 para “Financeira”. A terceira posição ficou com “Telefonia Celular”, com 148.

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De acordo com o coordenador de Gestão da Reclamação da Energisa Mato Grosso, Edisandro Peixoto de Azevedo, a redução é resultado de uma série de ações tomadas pela distribuidora nos últimos meses para melhorar o atendimento e o tratamento das reclamações.

“A empresa tem investido em treinamentos e melhorias de processos internos, além da aproximação com a população, facilitando o atendimento por meio dos canais digitais. Também estamos muito mais próximos do Conselho Estadual dos Consumidores de Energia Elétrica, o Concel, buscando ouvir o que os representantes dos clientes têm a dizer”, disse.

Para o coordenador da concessionária, a redução no semestre ainda não é a desejada. “Nós queremos sair do ranking do Procon. Queremos que as pessoas não tenham motivos para reclamar e também queremos que tenham informações suficientes sobre seus direitos e deveres”, defende.

A empresa informou que avalia e trata todas as reclamações encaminhadas pelo Procon e, segundo Edisandro, a maior parte (92%) continua sendo considerada improcedente. Isso ocorreria porque o contatos tratam-se de reclamações relacionadas a dúvidas sobre variação de consumo, por exemplo, nos casos em que a análise de histórico, vistoria ou nova leitura confirmam o consumo. “Estamos trabalhando pesado e em diversas frentes para melhorar esses índices”, finaliza.

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