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Grupo JPupin contrata assessoria para evitar recuperação judicial

Da Redação - Viviane Petroli

27 Jul 2015 - 16:10

Foto: Reprodução/Internet/Ilustração

Grupo JPupin contrata assessoria para evitar recuperação judicial
Proprietário de aproximadamente 100 mil hectares em propriedades localizadas em Mato Grosso o Grupo JPupin contratou empresa especialista em assessoria administrativa para auxiliá-lo na reestruturação de passivo. O grupo possui, hoje, dívidas superiores a R$ 1 bilhão e uma das saídas encontradas para recuperação do passivo é a colocação à venda de quase metade das terras que possui.

O Grupo JPupin, de propriedade do produtor José Pupin, é mais um grande grupo que se vem em meio à dívidas. Recentemente, como o Agro Olhar comentou, a Vara de Falências da Comarca de Campo Grande (MS) aceitou o pedido de recuperação judicial do grupo Pinesso Agropastoril, que possui três fazendas, uma transportadora e cinco concessionárias de máquinas agrícolas em Mato Grosso. As dívidas do Grupo Pinesso, que possui sede em Campo Grande, estão estimadas em R$ 571 milhões e de acordo com a argumentação dos advogados da empresa, a solicitação de recuperação judicial é uma forma de proteger os ativos, manter os empregos e superar a crise.

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De acordo com o Valor Econômico, em publicação no último dia 24 de julho, a JPupin possui dívidas superiores a R$ 1 bilhão e contratou a KPMG para assessorá-la. A publicação destaca que por hora a solicitação do Grupo JPupin de recuperação judicial está fora de cogitação.

As fazendas da JPupin somam aproximadamente 100 mil hectares com lavouras de algodão, soja e milho. O grupo também possui atividades de reflorestamento e pecuária. O Valor Econômico destaca, ainda, que José Pupin "sempre foi considerado um produtor eficiente e conservador", que costumava comprar insumos e máquinas praticamente à vista e terras com recursos gerados por suas operações próprias.

O Valor Econômico revela que "Há quatro anos, contudo, Pupin adotou uma estratégia mais agressiva de compras de fazendas e passou a usar recursos captados no mercado financeiro", o que seria um dos motivos para o momento vivido pelo grupo, uma vez que "Adquiriu quase de uma vez só 40 mil hectares".

11 comentários

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  • Gustavo Pinheiro Silveira
    30 Jul 2015 às 14:20

    São os 7 pecados capitais...

  • TOINHA DO CASTELÃO
    30 Jul 2015 às 11:50

    se eu não pagar a faculdade,água,luz,fone nem falo,porque cartão vem juros abusivos...nosso amigo tem previlégio de dever 1 bilhão gente é dinheiro heim...eu simplismente não tenho noção o que é dever 1 bilhão...será que é porque estamos na era do roubos de bilhões roubados pelos empreiteiros ou politicos corruptos???sei não heim...será que tem outros fazendeiros bilionarios com o dinheiro do pobre...onde será que que vamos chegar ou não???

  • vilson
    29 Jul 2015 às 20:51

    A agricultura familiar do Mato Grosso começa a balançar.

  • Thiago José
    29 Jul 2015 às 19:25

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • Marcell
    29 Jul 2015 às 15:15

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  • José
    28 Jul 2015 às 11:05

    Megalomaníacos conseguem duas coisas na vida: Dinheiro e inimigos, das duas só o dinheiro é as vezes perdido, os inimigos.... continuam.

  • jose a silva
    28 Jul 2015 às 09:00

    Os governos, federal, estadual e municipal, estão matando a galinha dos ovos de ouro, com essa extorsão já pra lá de abusiva! Quanto menos arrecadam, mais extorquem e o contribuinte não aguentando pagar, sonega mais ainda e aí aumentam os impostos e vira aquela corrente: mais sonegação, mais impostos abusivos e vergonhosos! Isso preocupa, pois haverá quebradeira maior ainda e desemprego maior ainda e mais salário desemprego e vão tirar dinheiro de onde para cobrir tudo isso? Brasil uma nova Grécia? Isso assusta e preocupa!

  • Simone
    28 Jul 2015 às 08:06

    Não é prazeroso para nenhum empresário ver sua empresa entrar com um pedido de recuperação judicial, pois perde muita credibilidade. Isso é um pedido de SOCORRO, um fôlego para que o a empresa se mantenha de pé e muitas famílias não passem pela dificuldade do desemprego. Só quem é empresário para entender o que é passar por uma crise... estamos em crise!!! Não é modinha é falta de dinheiro, altos impostos, altíssimos juros bancários... enfim!!

  • Cidadao
    28 Jul 2015 às 07:01

    Virou moda agora, nesse país realmente está uma baderna !! Não duvido que seja deferido o pedido não, deve ter sobrado muito ainda para comprar o judiciário !!

  • Carlos Borgette
    27 Jul 2015 às 21:44

    Passo maior do que a perna ! Simple...!

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